A segunda edição do Sarau Arte na Perifa chega com uma programação ampliada e totalmente gratuita, reforçando o compromisso de aproximar arte e comunidade. Entre os dias 11 e 13 de dezembro, o projeto itinerante realiza três noites de apresentações, rodas literárias e atividades culturais em diferentes pontos de Macapá e Santana, sempre a partir das 18h.
A iniciativa busca descentralizar o acesso à cultura, levando música, poesia, contação de histórias e manifestações populares a territórios que costumam receber poucas ações artísticas.
A escritora Lu de Oliveira, idealizadora do movimento, destaca o impacto do projeto:
“Quando chegamos às comunidades, criamos vínculos e mostramos que a produção cultural local é viva e potente. Levar arte para esses espaços é fortalecer identidades, abrir caminhos e reduzir desigualdades.”
Atrações e atividades
O público poderá acompanhar apresentações literárias, musicais e poéticas que abordam temas como tradições populares, inclusão social, infância, meio ambiente, afetividade e enfrentamento à violência contra a mulher.
Entre os artistas e grupos confirmados estão:
– Jota Mambembe, Renato Gemaque e Fernando Moura (tecladista da banda O Sósia)
– Ladio Gomes
– Mary Paes e Banda Penélope Moderna
– Pat Andrade e Lorrana Maciel (poesia)
– Lu de Oliveira e Angelita (contação de histórias)
– Trupe do Pato (palhaçaria)
A programação inclui ainda microfone aberto, distribuição gratuita de livros infantis e exposição de obras de escritores amapaenses.
Programação
11 de dezembro — Quinta-feira — 18h
Local: CEU das Artes Zona Norte — Av. Carlos Lins Cortes, S/N, Infraero 2 — Macapá/AP
12 de dezembro — Sexta-feira — 19h
Local: Praça do Mutirão — Santana/AP
13 de dezembro — Sábado — 18h
Local: Praça da Resistência Tia Chiquinha — Entrada do Curiaú, Jardim Felicidade — Macapá/AP

Sobre o projeto
O Sarau Arte na Perifa promove literatura, incentiva a leitura e valoriza a produção de artistas locais, levando atividades culturais a áreas com pouco acesso a iniciativas desse tipo. A ação é realizada por um coletivo de artistas e colaboradores comprometidos com o impacto social da arte.
O projeto foi contemplado pelo Edital da Lei Aldir Blanc (PNAB), com patrocínio do Governo Federal, via Ministério da Cultura, e gestão da Secretaria de Estado da Cultura do Amapá (SECULT-AP), sob a representação da Associação Ói Nóiz Aki.


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