As escritoras Jaciara Martins e Adriana Idalino, em parceria com a ilustradora Liana Martins, vão lançar o livro “A Greve das Fadas Madrinhas” no próximo sábado (27), às 18h, no auditório do SINSEPEAP, no centro de Macapá. A publicação sai pelo selo Zim, da editora O Zezeu, e chega com uma proposta de unir imaginação, crítica social e diversão para leitores de todas as idades.
O lançamento terá uma programação especial voltada ao público infantil e adulto, com sessão de autógrafos, oficina de coroas, atividades de colorir e contação de histórias.
O conto
A narrativa traz à tona os desafios da vida moderna. No reino encantado, as fadas madrinhas recebem tantos pedidos, que vão dos sapatos de cristal a uma internet veloz, que acabam sobrecarregadas. Exaustas, decidem adotar uma atitude inédita: entram em greve.
De forma leve e bem-humorada, a história dialoga tanto com as crianças, que mergulham no universo da fantasia, quanto com os adultos, que se identificam com o excesso de tarefas e a busca por equilíbrio.
Voz das autoras
Para Jaciara Martins, o livro é um sonho realizado:
“A greve das fadas madrinhas nasceu enquanto eu acompanhava minha mãe Joana (in memoriam). A ideia foi ganhando forma, depois somamos a parceria da Adriana e as ilustrações da minha filha Juliana. Hoje virou realidade”, contou.
Adriana Idalino destacou que a obra revisita os clássicos com um olhar contemporâneo:
“É uma história para crianças, mas que também fala sobre condições de trabalho dignas e rotina acelerada. Fizemos isso de forma leve, divertida e acessível”, afirmou.
Sobre as autoras
Jaciara Martins é professora, escritora e contadora de histórias. Publicou o livro “Escola Araçary Corrêa Alves: Sobre o olhar de uma professora apaixonada” e tem participação em diversas coletâneas literárias. Atua em projetos de incentivo à leitura, como o Clubinho de Leitura “Lendo no Parque”, e faz parte do Mulherio das Letras Amapá – Matinta Perera.
Adriana Idalino é professora de Língua Portuguesa, escritora e contadora de histórias. Publicou artigos, crônicas e poemas em coletâneas literárias e também integra o Mulherio das Letras Amapá – Matinta Perera. Defende a literatura como espaço de liberdade e de transformação social.


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