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Quinta-feira, 30 de Abril de 2026
Mary Paes leva poesia e intensidade ao palco em celebração dos 81 anos da Biblioteca Elcy Lacerda

Cultura

Mary Paes leva poesia e intensidade ao palco em celebração dos 81 anos da Biblioteca Elcy Lacerda

Recital “Das Delicadezas ao Caos” mistura música, lirismo e dramaticidade na programação especial desta quinta-feira (30)

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A artista Mary Paes se apresenta nesta quinta-feira (30), às 20h, dentro da programação de aniversário de 81 anos da Biblioteca Pública Elcy Lacerda, no centro de Macapá.

No palco, Mary estará acompanhada dos músicos Ladio Gomes e Renato Gemaque, apresentando um recorte do recital “Das Delicadezas ao Caos”. A performance propõe uma travessia entre a suavidade e o drama intenso, características marcantes do trabalho da artista, conduzindo o público por uma experiência sensível e crescente em emoção.

Artista sobe ao palco da Biblioteca Elcy Lacerda durante programação de aniversário

 

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Para Mary Paes, participar da celebração tem um significado especial. Com mais de duas décadas de relação com a biblioteca, ela destaca o papel do espaço em sua trajetória cultural, onde esteve presente em eventos literários, de artes visuais e audiovisual. A artista também contribuiu com a criação da primeira gibiteca da unidade, ainda como integrante do Coletivo AP Quadrinhos.

“Para mim, assim como para os meus colegas artistas e escritores, é histórico estar nesta programação, pois a biblioteca é uma extensão nossa, principalmente para nós da literatura. Estou muito feliz em fazer parte disso tudo”, enfatiza.

QUEM É MARY PAES?

Nascida em Tacuru (MS) e radicada em Macapá desde 2005, Mary Paes é jornalista, escritora, poeta, compositora e atriz. Escreve desde a infância e, há mais de 20 anos, atua na cena cultural amapaense, consolidando-se como uma das vozes de destaque na performance poética local.

Mary Paes tem mais de 20 anos de atuação na cena cultural amapaense

 

Seu trabalho é marcado por um lirismo intimista, frequentemente atravessado pelo erotismo e pelas múltiplas camadas das relações afetivas. Além da literatura, a artista também dialoga com as artes visuais, especialmente a fotografia, incorporando essa sensibilidade estética em sua produção.

Com participações em mais de 15 coletâneas nacionais, revistas literárias e HQs, Mary é autora de obras como “Das declarações de amor que eu não fiz” (2018) e “Penélope Moderna” (2024). Também é fundadora e vocalista de uma banda lítero-musical que leva o nome de seu livro mais recente.

FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Fotos: Jesiel Braga
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