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Segunda-feira, 20 de Abril de 2026
Amapá segue sem casos ativos de Mpox em 2025 e reforça vigilância e prevenção

Saúde

Amapá segue sem casos ativos de Mpox em 2025 e reforça vigilância e prevenção

Paciente amapaense diagnosticado no Pará aparece em painel nacional; estado mantém monitoramento constante e ações educativas junto aos municípios

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O Governo do Amapá esclarece que, até o momento, não há casos suspeitos, prováveis ou confirmados de Mpox registrados no estado em 2025. A atualização é reforçada após informações presentes no Painel de Monitoramento do Ministério da Saúde, que apontam um caso relacionado ao Amapá. No entanto, o registro diz respeito a um paciente natural do estado que foi diagnosticado em Belém, no Pará, onde procurou atendimento médico.

A gerente do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), Solange Sacramento Costa, explica que o painel considera o domicílio de origem do paciente, e não o local do diagnóstico. Ela destaca a importância da vigilância epidemiológica como ferramenta essencial para identificar casos suspeitos e impedir a disseminação da doença.

"Fazemos um trabalho conjunto, trocamos informações diárias e acompanhamos casos que podem ou não ser considerados suspeitos. O monitoramento mantém a segurança e a saúde pública", afirma Solange. Segundo ela, a Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) segue em alerta e mantém diálogo com os 16 municípios para alinhar estratégias preventivas e de resposta.

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Solange Sacramento Costa, gerente do Cievs, destaca a importância da vigilância epidemiológica para prevenir e controlar possíveis casos de Mpox no Amapá. Foto: Eric Queiroz 

 

Histórico de casos
De acordo com dados do Ministério da Saúde, o Amapá registrou três casos confirmados de Mpox em 2022. Já nos anos de 2023, 2024 e 2025, não houve novos registros da doença no estado.

Sintomas e transmissão
A Mpox é uma infecção viral transmitida por contato direto com pessoas ou objetos contaminados. Os sintomas mais comuns incluem febre, dores no corpo, inchaço dos linfonodos, dor de cabeça, calafrios, fraqueza e lesões na pele — estas podem se apresentar como manchas, bolhas ou feridas, especialmente no rosto, mãos e pés.

O período entre a exposição ao vírus e o surgimento dos sintomas varia de 3 a 16 dias. A transmissão ocorre enquanto houver lesões na pele, e se encerra após o desaparecimento das erupções.

Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico é feito a partir da análise laboratorial da secreção das lesões ou crostas. Não há um tratamento específico, sendo o cuidado voltado ao alívio dos sintomas. A maioria dos pacientes apresenta quadro leve ou moderado, com recuperação espontânea em algumas semanas.

Prevenção e cuidados
Para evitar a contaminação, é importante adotar medidas básicas de higiene:

  • Evitar contato direto com pessoas infectadas ou com suspeita da doença;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, lençóis ou escovas de dentes;
  • Lavar as mãos frequentemente e higienizar itens de uso cotidiano.


Vacinação
A vacina contra a Mpox é recomendada exclusivamente para pessoas com o sistema imunológico severamente comprometido, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde.

FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Foto: Reprodução AI
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Publicado por:

Eric Queiroz

Eric Queiroz, nascido em Caiena (1991), é jornalista com 15 anos de carreira, destacando-se no jornalismo policial, atualmente é repórter/diretor do programa "Bronca Pesada" (TV Cidade). Também atua no rádio e escreve colunas online.

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